Surf


Filipe Toledo supera Gabriel Medina e é campeão do Surf Ranch

Surf 21/06/2021
Brasileira Tatiana Weston-Webb terminou em 3º na disputa feminina. Yago e Mineirinho ficam em 5º  [foto1]Depois de bater na trave nas duas últimas edições, Filipe Toledo, enfim, conseguiu faturar o título do Surf Ranch. A 6ª etapa da Liga Mundial terminou neste domingo, em Lemoore (EUA), com mais uma decisão brasileira entre Filipinho e Gabriel Medina. Só que dessa vez o surfista de Ubatuba levou a melhor sobre o bicampeão da prova, por 17,94 a 10,60, para faturar o único evento da elite disputado em uma piscina de ondas.Com a vitória, Filipinho chegou a 32.065 pontos e assumiu a 3ª posição no ranking, logo atrás de Italo Ferreira, com 33.555. Gabriel Medina segue isolado na ponta, agora com 46.720, e já assegurou matematicamente a classificação para WSL Finals. A competição reunirá os 5 melhores dos rankings masculino e feminino para decidir o título mundial em Trestles (EUA), em setembro.- Nas duas últimas ,o Gabriel me venceu e ficou aquele gosto amargo. Significa muito para mim essa vitória. Não só pelo título e por estar mais próximo da WSL Finals, mas porque hoje é dia dos pais e minha família está toda aqui - comemorou Filipinho, que mora na Califórnia com a esposa, os dois filhos, os pais e os irmãos mais novos. No feminino, a francesa Johanne Defay foi a grande campeã. Ela conseguiu um total de 16,63 pontos na final, contra 16,23 da havaiana Carissa Moore. A brasileira Tatiana Weston-Webb terminou em terceiro na disputa e ocupa a quarta posição no ranking.O Circuito Mundial agora dá uma parada para a disputa dos Jogos Olímpicos de Tóquio, que começam no dia 23 de julho. A próxima etapa do tour começa dia 10 de agosto, no México. [foto2]Confira os 5 primeiros dos rankings: MASCULINO 1- Gabriel Medina (BRA) - 46.720 2 - Italo Ferreira (BRA) - 33.555 3 - Filipe Toledo (BRA) - 32.065 4 - Morgan Cibilic (AUS) - 24.610 5 - Griffin Colapinto (EUA) - 24.235 FEMININO 1 - Carissa Moore (HAV) - 43.855 2 - Johanne Defay (FRA) - 34.645 3 - Sally Fitzgibbons (AUS) - 34.270 4 - Tatiana Weston-Webb (BRA) - 33.625 5 - Stephanie Gilmore (AUS) - 29.390Brasil chega com 5 nas semisAs semifinais da competição reuniram os 8 melhores homens e as 4 melhores mulheres do qualificatório. Cada surfista teve 4 ondas (2 direitas e 2 esquerdas) para definir os 2 finalistas de cada categoria. No masculino, o Brasil tinha Filipe Toledo, Gabriel Medina, Yago Dora e Mineirinho, contra os americanos Kelly Slater e Griffin Colapinto, o japonês Kanoa Igarashi e o australiano Ethan Ewing.[foto3]Já no feminino Tatiana Weston-Webb decidiu com a havaiana Carissa Moore, a australiana Sally Fitzgibbons e a francesa Johanne Defay as duas vagas para a grande decisão. Depois de cometer falhas na finalização das duas primeiras ondas e começar em último nas semis, Tati veio com tudo na segunda chance, conseguiu um total de 15,77 pontos e pulou para segundo, atrás de Defay. Só que, em sua última onda, Carissa acabou ultrapassando a brasileira, que terminou na 3ª posição. No masculino, a disputa pelas duas vagas foi até as últimas ondas. O japonês Kanoa Igarashi conseguiu se meter entre os dois surfistas que dominaram os últimos 2 anos do Surf Ranch, liderando a disputa contra Filipe e Medina com um total de 16,93 pontos. Só que os brasileiros guardaram o melhor para o fim. Medina (18,10) e Filipe (17,74) brilharam nas últimas ondas, assumindo a primeira e a segunda posições, respectivamente, decidindo mais uma vez o Surf Ranch Pro.Na final, Filipinho conseguiu um 9,67 em um direita incrível e deixou Medina precisando de um 9,28 para virar em sua última onda. O bicampeão da prova acabou caindo em um aéreo, deixando o caminho livre para Toledo comemorar o seu primeiro título na piscina de ondas e 10º da carreira. Yago brilha, e Mineirinho é homenageadoUm dos grandes momentos do dia foi a apresentação do brasileiro Yago Dora para conseguir uma vaga nas semifinais. Depois de sair do top-8 e entrar na rodada de bônus tendo que melhorar as suas notas para se classificar, Yago não só conseguiu trocar as duas, como fez a maior nota do campeonato até então: 9,50. O brasileiro abriu a onda acertando uma aéreo reverse, conseguiu um belo layback e finalizou com mais um aéreo reverse muito alto para tirar a nota e se classificar com a terceira melhor apresentação da fase qualificatória (16 pontos), atrás apenas de Medina (17) e Filipinho (17,80).Nas semis, Yago mais uma vez conseguiu surpreender na esquerda, conseguindo acertar 3 aéreos reverses na onda e tirando a maior nota de todo o evento: 9,73. Apesar do notão, o catarinense acabou sendo eliminado porque não foi bem na direita e terminou na quinta posição. Com 20.215 pontos, Yago pulou para a 8ª posição no ranking e está a 4.020 da quinta colocação, que garante vaga na WSL Finals.Adriano de Souza também ficou em quinto em Lemoore e agora ocupa a 13ª posição no ranking, com 15.735 pontos. Em sua última temporada no tour, Mineirinho foi homenageado por todos os surfistas brasileiros e a pela lenda do esporte Kelly Slater, que competiram vestindo uma camisa de lycra com seu número 13 e o sobrenome "de Souza" nas costas..  

WSL: Filipinho é o lider no Surf Ranch e Medina também na Final

Surf 20/06/2021
Disputa é a única da liga mundial de surfe que acontece em piscina de ondas, que pertence a Kelly Slater[foto1]A 6ª etapa da Liga Mundial de Surfe começou nesta sexta-feira e já teve brasileiro com bons resultados. Filipe Toledo terminou a fase classificatória na 1ª colocação no geral, enquanto Miguel Pupo e Yago Dora terminaram no top 2 das suas baterias, garantindo vagas na segunda fase classificatória.Entre as mulheres, Tatiana Weston-Webb também terminou o dia na 1ª colocação após liderar a única bateria feminina da sexta-feira.Adriano de Souza, que foi homenageado pelos demais surfistas brasileiros, terminou na terceira colocação na sua bateria e na 5ª colocação geral. Deivid Silva e Peterson Crisanto ainda possuem chances matemáticas de avançar, mas precisarão contar com ajuda dos resultados deste sábado (19).Gabriel Medina e Ítalo Ferreira competirão nas últimas duas baterias da primeira fase, que acontecem neste sábado (19).A etapa de Surf Ranch é a única da liga mundial de surfe disputada em uma piscina de ondas, que pertence ao lendário Kelly Slater, que entrou na água após ficar de fora da perna australiana com lesões no quadril e tornozelo e terminou na 6ª colocação na classificação geralCada surfista tem duas chances em cada lado da piscina na primeira fase de classificação. O top 24 entre os homens e top 12 mulheres entre as mulheres vão para a segunda fase, que dá chance de melhorar as notas.Os oito primeiros colocados no geral entre os homens seguirão para a semifinal, assim como as quatro mulheres que terminarem com as melhores notas.Adriano de Souza e Yago Dora vieram em seguida na terceira bateria. Yago acumulou 14,37 (5,87 na direita e 8,50 na esquerda) e terminou na 1ª colocação, 3º no geral.Mineirinho fez 13,80 (7,83 na direita e 5,97 na esquerda) e foi o 3º na bateria e 5º no geral, precisando agora aguardar os resultados do sábado para saber se continua na competição.Na quarta bateria, última dos homens nesta sexta-feira, Filipe Toledo somou 17,80 (8,87 na direita e 8,93 na esquerda). Peterson Crisanto acumulou 11,07 (5,67 na direita e 5,40 na esquerda). A nota colocou Filipe na primeira colocação do geral. Peterson depende dos resultados de sábado para continuar vivo na etapa de Surf Ranch.

Surf Ranch Pro AO VIVO no Cross Racing Overall - Confira a programação

Surf 19/06/2021
WSL divulga horário exato de cada bateria do Surf Ranch Pro, neste Domingo 20 na califórnia (EUA) CONFIRA A TRANSMISSÃO AO VIVO NO CROSS RACING OVERALL [foto1]Domingo, 20 de JunhoRodada Bônus Feminina13:23 - 14:11Rodada Bônus Masculina14:11 - 15:47Semifinal Feminina16:39 - 17:43Semifinal Masculina17:43 - 19:51Final Feminina19:51 - 20:23Final Masculina20:23 - 20:55Transmissão de hoje:

Surf: Etapa de Saquarema (RJ) do mundial é cancelada por causa da Covid-19

Surf 10/06/2021
A etapa de Saquarema do Circuito Mundial de Surfe, inicialmente prevista para ser realizada em agosto, está cancelada. A informação foi publicada nesta quinta-feira (10), pelo jornal O Globo. A Word Surf League (WSL), que organiza o campeonato, confirmou a medida, tomada por causa da pandemia de Covid-19, em comunicado.[foto1]"O Oi Rio Pro havia sido adiado de junho para agosto na esperança de que o evento fosse realizado com segurança. A WSL seguiu monitorando a situação e decidiu cancelar o evento de 2021 por precaução pela segurança de atletas, staff e comunidade local. A WSL está ansiosa para retornar a Saquarema com os melhores surfistas do mundo em 2022", disse a nota oficial divulgada pela entidade.  Os rumores de que o evento não aconteceria foram fortes nas últimas semanas, especialmente quando a esposa de Filipe Toledo, Ananda Marçal, anunciou o cancelamento nas redes. A etapa já havia sido adiada de junho para a gosto por necessidade de prevenção da Covid-19. Marcado para os dias 5 a 15 de julho, o torneio do México foi adiado. Será realizado após os Jogos Olímpicos, em agosto. A próxima etapa do circuito mundial será o Surf Ranch Pro, de 18 a 20 de junho, na piscina de ondas de Lemoore, na Califórnia. O brasileiro Gabriel Medina lidera a competição. Ítalo Ferreira é o segundo e Filipe Toledo está em quarto. No feminino, a liderança é da havaiana Carissa Moore. Tatiana Weston-Webb está em terceiro.

Gabriel Medina é campeão em Narrabeen; Tati Weston-Webb leva o vice

Surf 21/04/2021
Bicampeão mundial faz uma final perfeita com aéreos, bate o americano Conner Coffin e leva primeiro troféu na temporada. Brasileira cai para Caroline Marks e soma seu melhor resultado[foto1]Enfim, o título. Depois de bater na trave nas duas primeiras etapas do Circuito Mundial, quando caiu na decisão, Gabriel Medina enfileirou vitórias e conquistou o troféu da etapa de Narrabeen, na Austrália. O brasileiro derrotou o americano Conner Coffin na final e garantiu o triunfo na disputa, que invadiu a madrugada desta terça-feira (horário de Brasília). E por pouco o Brasil não teve uma dobradinha. Entre as mulheres, Tatiana Weston-Webb perdeu na final para a americana Caroline Marks e ficou com o vice.Com a vitória, Medina desbancou Ítalo Ferreira e assumiu a liderança no ranking. O bicampeão mundial já havia garantido o topo da lista ao se classificar para as quartas de final. Nesta segunda, passou por Morgan Cibilic e Frederico Morais até chegar à decisão. O maior show, porém, foi justamente na final. Com dois aéreos, ignorou qualquer chance de queda diante de Coffin.- Eu me sinto muito bem, ainda bem que as ondas apareceram na final - disse Medina, que dedicou a vitória à mulher, Yasmin Brunet.Em sua final, Tati começou bem, mas não conseguiu reagir depois que Caroline Marks encaixou uma boa onda. O segundo lugar, porém, é o melhor resultado da brasileira na temporada. Antes, havia terminado em terceiro lugar em Pipeline e em nono em Newcastle antes do título em Narrabeen. Agora, a brasileira vai tentar manter a boa forma em Margaret River, a partir do dia 2 de maio, na terceira das quatro etapas da perna australiana.As finais em NarrabeenDurante todo o dia, Medina não teve pressa. Na decisão, Coffin tentou pressionar o brasileiro no início da bateria com a primeira nota mediana da bateria, um 5,33. Mas o brasileiro pouco se importou. Em sua primeira boa onda, brilhou com um aéreo e arrancou um 9,27 dos juízes. O bicampeão mundial, no entanto, quis mais. Pouco depois, foi além com mais um aéreo e somou 9,50, na maior nota do campeonato. O americano não teve mais como reagir. Medina ainda somou mais um 8,67. Nem precisava: a festa brasileira já estava garantida. No fim, vitória por 18,77 a 14,10. [foto2]Na decisão contra Caroline Marks, Tati começou agressiva. Logo de cara, somou duas ondas que a levaram à liderança, com 6,67 e 4,67. A 20 minutos do fim da bateria, a americana tentou reagir. Conseguiu uma boa sequência de quatro manobras e arrancou 7,27 dos juízes, pressionando a brasileira na liderança. Na sequência, Caroline somou mais 4,93 e virou a disputa, com 11,34 no somatório. Tati buscou a onda de recuperação, mas pareceu sentir o peso da ansiedade. A brasileira ainda tentou, mas não conseguiu reverter o resultado: 12,57 x 11,37 para a americana.O caminho até as finaisO dia começou com as mulheres na água. Tatiana Weston-Webb foi ao mar na segunda bateria da manhã. Até largou atrás da australiana Sally Fitzgibbons. Não demorou, porém, para que a brasileira tomasse a dianteira com duas boas ondas em sequência. A rival tentou algumas manobras na reta final, mas não conseguiu um somatório suficiente para desbancar Tati: 11,90 contra 10,40. Além dela, Carissa Moore, Caroline Marks e Courtney Conlogue.Gabriel Medina foi à água na segunda bateria das quartas e não demorou a buscar suas primeiras ondas. Conseguiu um 5,83 e pulou para a dianteira. Cibilic, por sua vez, ficou à espera. E valeu a pena. Em uma das melhores ondas da etapa, o australiano conseguiu um belo tubo, somou mais algumas manobras e arrancou 8,67 dos juízes.O tempo foi passando – e as ondas não vinham. Mas, em uma secundária, Medina conseguiu arrancar três boas manobras, o suficiente para tomar de volta a dianteira. Cibilic respondeu da mesma forma, conseguindo tomar a frente com uma nota 4,00. Só que Medina ainda estava no páreo. Com um bom aéreo, conseguiu a virada a menos de três minutos do fim, com 6,27. O brasileiro, porém, não ficou satisfeito. Em sua última onda, arrancou 9,30 dos juízes e garantiu a classificação: 15,97 contra 12,67. De quebra, repetiu o resultado das quartas em Newcastle, quando também bateu Cibilic.Na última bateria das quartas de final, Yago Dora não conseguiu superar o americano Griffin Colapinto. O brasileiro até saiu na frente, mas viu o rival conseguir um 8,5 e pular para a dianteira da série. Dora tentou a reação ao arrancar um 7,0 dos juízes. Mas as ondas sumiram, e o brasileiro não conseguiu buscar a diferença, caindo nas quartas de final. [foto3]Medina e Tati avançam à finalNa primeira semifinal feminina, Tatiana Weston-Webb brilhou. A brasileira não tomou conhecimento da havaiana Carissa Moore, atual campeã mundial e líder do ranking, para avançar à final da disputa. Tati conseguiu duas belas ondas, com um belo tubo e uma sequência de manobras, e despachou a rival rumo à decisão: 13,90 contra 10,80.Pouco depois, entre os homens, Frederico Morais tentou pressionar Medina no início da bateria. Com manobras verticais, somou 9,67 em suas duas primeiras ondas. O brasileiro somou notas parecidas, com uma diferença baixa – 9,64 no somatório. Durante boa parte da disputa, Medina buscou uma onda que o levasse à dianteira. Tanto tentou que conseguiu: conseguiu uma nota 5,70 e tomou a frente com 10,87 de pontuação a dez minutos do fim.Na reta final, Medina aumentou a diferença e até tentou algumas manobras mais complicadas. Frederico Morais ficou com a prioridade durante boa parte do tempo, mas não conseguiu encontrar nenhuma onda que o levasse à liderança. No fim, 12,50 contra 11,70 e vaga na decisão. [foto4]Final - Homens1. Gabriel Medina (BRA) 18,77 x Conner Coffin (EUA) 14,10Final - Mulheres1. Caroline Marks (EUA) 12,57 x Tatiana Weston-Webb (BRA) 11,37Semifinais - Mulheres1. Carissa Moore (HAV) 10,80 x Tatiana Weston-Webb (BRA) 13,90 2. Caroline Marks (EUA) 13,60 x Courtney Conlogue (EUA) 13,57Semifinais - Homens:1. Frederico Morais (POR) 11,70 x Gabriel Medina (BRA) 12,50 2. Conner Coffin (EUA) 13,83 x Griffin Colapinto (EUA) 11,03Quartas de final - Homens1. Frederico Morais (POR) 13,84 x Ethan Ewing (AUS) 11,33 2. Gabriel Medina (BRA) 15,97 x Morgan Cibilic (AUS) 12,67 3. Conner Coffin (EUA) 11,06 x Kanoa Igarashi (JAP) 0,80 4. Yago Dora (BRA) 12,00 x Griffin Colapinto (EUA) 12,50Quartas de final - Mulheres1. Carissa Moore (HAV) 12,94 x Keely Andrew (AUS) 10,16 2. Sally Fitzgibbons (AUS) 10,40 x Tatiana Weston-Webb (BRA) 11,90 3. Caroline Marks (EUA) 12,50 x Johanne Defay (FRA) 10,46 4. Stephanie Gilmore (AUS) 9,17 x Courtney Conlogue (EUA) 12,16RANKING MASCULINO APÓS TRÊS ETAPAS 1- Gabriel Medina (BRA) – 25.600 pontos 2- Ítalo Ferreira (BRA) – 19.405 3- John John Florence (HAV) – 14.650 4- Kanoa Igarashi (JPN) – 12.810 4- Conner Coffin (EUA) – 12.810 6- Morgan Cibilic (AUS) – 12.160 7- Jordy Smith (AFS) – 11.385 8- Filipe Toledo (BRA) – 10.735 8- Griffin Colapinto (EUA) –10.735 8- Frederico Morais (POR) – 10.735 11- Yago Dora (BRA) – 9.395 13- Caio Ibelli (BRA) – 7.970 15- Deivid Silva (BRA) – 7.405 18- Jadson André (BRA) – 6.905 20- Adriano de Souza (BRA) – 6.340 22- Peterson Crisanto (BRA) – 5.980 22- Miguel Pupo (BRA) – 5.980 32- Alex Ribeiro (BRA) – 2.925

Italo Ferreira bate Gabriel Medina na final de Newcastle e é o novo líder do Circuito Mundial

Surf 10/04/2021
Em decisão dramática, potiguar supera o paulista por 14.94 a 13.27 e assume a lycra amarela, deixando o compatriota com a vice-liderança. Próxima etapa começa na quinta em Narrabeen[foto1]O Brasil está de volta ao topo do Circuito Mundial de surfe. E com direito a dobradinha nas duas primeiras posições. Nesta sexta, Italo Ferreira e Gabriel Medina fizeram a decisão em Newcastle num confronto direto pelo posto de número 1 do mundo. Ao final dos 40 minutos de bateria, quem sorriu foi Italo, que desbancou o compatriota por 14.94 a 13.27, sacramentando o título da etapa. O potiguar lidera o ranking com 16.085 pontos. Medina está em segundo com 15.600.]Final com muitas viradasA decisão brasileira teve um início eletrizante. Gabriel largou na frente com um 3.50. Italo respondeu num 2.83. Aos nove minutos, o potiguar pegou uma onda de 6.33. O paulista não deixou por menos, retomando a liderança após um 8.60, melhor nota da bateria. Italo virou na sequência com uma onda de 7.17. Aproveitando o bom momento, o potiguar trocou de nota com um 7.77 minutos depois.Precisando de 6.34 para virar, Gabriel viu o tempo passar e a maré foi enchendo. Marcando bem o rival, Italo perdeu a prioridade a cinco minutos do fim ao entrar em uma onda que quebrou. Medina, por sua vez, também desperdiçou a sua prioridade numa onda imperfeita a dois minutos do término. Melhor para Italo, que segurou o resultado, garantindo o título. [foto2]Medina brilha na semiGabriel Medina chegou à final ao derrotar o local Morgan Cibilic, sensação da etapa. O brasileiro saiu na frente com um 5.23. Empurrado pela torcida, o australiano respondeu com um 7.00. O brasileiro não se abateu, voltando a retomar a liderança após um 6.07. Aos 10 minutos, veio o ápice do dia. Em um lindo aéreo, com direito a uma rodada espetacular no ar, Gabriel levou 9.70, levantando o público. Precisando de 8.78 para virar, Cibilic achou um tubo a 11 minutos do fim, recebendo 7.07. A partir de então, os dois surfistas foram reduzindo o ímpeto, e a vitória ficou mesmo com Medina. [foto4]Italo elimina Filipe ToledoItalo Ferreira, por sua vez, teve como adversário Filipe Toledo. Filipinho abriu a bateria com uma onda de 6.50. Já Italo iniciou sua pontuação com ondas de 3.17 e 1.83, totalizando 5.00 de somatório. A 19 minutos do fim, Filipe conseguiu sua segunda nota, um 4.83. Três minutos depois, Italo surfou para um 7.60, ficando a um 3.97 da virada. Aos 12 do término, Italo achou um 5.60, assumindo a liderança. Três minutos depois, o potiguar pegou uma linda onda de 8.50, encaminhando a vitória. Precisando de 9.60 para virar, Filipe Toledo acabou eliminado por 16.10 a 15.77. [foto3]Resultados da semifinal1. Gabriel Medina (BRA) 15.77 x 14.07 Morgan Cibilic (AUS) 2. Italo Ferreira (BRA) 16.10 x 11.57 Filipe Toledo (BRA)Resultado da final 1. Gabriel Medina (BRA) 13.23 x 14.94 Italo Ferreira (BRA)https://twitter.com/WSLBrasil/status/1380733950906277889?s=20

Vice-campeão Ubatubense por dois anos, Maike Finesse é morto por raio

Surf 31/03/2021
Maike Finesse, 39 anos, longboarder de Ubatuba, vice-campeão do Circuito Ubatubense em 2016 e 2019, foi atingido por uma descarga elétrica, na madrugada de terça, 30, enquanto voltava de uma sessão de pescaria na Ilha Comprida, região norte de Ubatuba. Maike estava com dois amigos próximo à Ilha das Couves, quando o raio atingiu a embarcação. Finesse faleceu no local, foi a única vítima fatal do acidente.[foto1]Maike Finesse em uma das suas últimas sessões no mar. Foto Marcelo Esposito / @foto_espositoMuito querido pela comunidade do surfe, Maike era conhecido por seu estilo polido e caráter destemido ao enfrentar ondas grandes. Poucos longboarders encaravam as ondas da Laje do Patieiro como ele.[foto2]Maike era conhecido pelo belo estilo a bordo de seu long. Foto Foto Marcelo Esposito / @foto_esposito [foto3]Maike Finesse. Reprodução Facebook.

Charlie Saldanha deixa de ser o treinador de Gabriel Medina.

Surf 14/03/2021
Após 16 anos de trabalho e muitas conquistas Charlie Saldanha deixa de ser treinador do bicampeão mundial de surf Gabriel Medina[foto1]Todos imaginamos que Gabriel Medina iria com seu treinador e padrasto Charlie para o mundial de surf na perna australiana, porém isso não aconteceu.A história de Gabriel e Charlie é bem conhecida. A mãe de Gabriel e o pai biológico se separaram quando ele era jovem. A mãe de Gabriel então se casou novamente com Charles Saldanha Rodrigues, que era um surfista ávido e dono de uma loja de surf.Como forma de se relacionar com seu novo enteado, Charlie ensinou Gabriel a surfar. Quando Charlie viu como Gabriel era naturalmente talentoso na água, ele investiu a maior parte de seu tempo e energia preparando-o para ser um surfista de elite mundial de surf.[foto2]Medina se tornou mundialmente reconhecida e venceu o Quiksilver King of the Groms aos 15 anos, com uma final de 20 perfeitos. Ele então venceu um grande evento QS no Brasil aos 16 anos e se classificou para o CT aos 17, vencendo dois eventos em seu primeiro semestre no Tour.Em 2014, Medina de 20 anos ganhou seu primeiro título mundial (tornando-se o segundo surfista mais jovem a fazê-lo, apenas alguns meses atrás de Kelly Slater). Em 2018, ele ganhou o número dois. Charlie estava lá a cada passo do caminho, geralmente com sapatos encharcados.O homem estava tão empenhado no sucesso de Gabriel que ocasionalmente se pegava passando pela linha da água no meio da bateria, com a esperança de que sua proximidade física com Gabriel geraria o resultado desejado.[foto3]Charlie foi até suspenso pela WSL por expressar suas emoções de uma forma que eles consideraram inadequada. Mas sua marca d’água como treinador de surf veio no último dia do Pipeline Masters de 2019, quando Charlie um aparente gênio da matemática gritou para Gabriel fazer uma interferência em Caio Ibelli, no minutos finais de uma bateria.Confiando plenamente no treinador, Gabriel obedeceu e foi um movimento brilhante, embora sem dúvida antidesportivo, e Charlie era o gênio louco por trás disso. [foto4]Desde então, uma nova regra foi implementada para deter essas táticas, mas naquele momento já era tarde demais. Charlie havia feito seu trabalho e bem.O que está acontecendo agora? Apesar da devoção desenfreada de Charlie por Gabriel, ou talvez por causa dela, seus laços treinador-atleta foram oficialmente rompidos.Em entrevista Medina disse:“Vai ser um ano diferente para mim. É a minha primeira vez sem Charlie. Nos últimos 16 anos, ele me preparou para o período em que seria independente.Agora Charlie vai direcionar seu foco para o surfe de Sofia [minha irmã], ele tem trabalhado com ela de perto. ”já estou me preparado para o Tour da Austrália, que sempre foi um desafio para mim.Ainda não vou divulgar quem vai me acompanhar, porque ainda estou trabalhando nisso, mas pretendo fazer um anúncio sobre meu novo treinador em breve.Segundo a STAB Medina passou a explicar que com a pandemia tudo mudou. Ele aprendeu a desfrutar de prazeres simples, como ficar em casa com sua agora esposa, Yasmin Brunet, longe da vida festiva e da atenção da mídia.Disse Medina:Nessa época de pandemia aprendi a tocar violão, joguei videogame e se senti uma pessoa normal, o que foi bom para mim”.Esta notícia apareceu primeiro no site STab.Agora Gabriel já está na perna australiana em quarentena com sua esposa e a LivreSurf deseja uma boa sorte ao atleta no circuito mundial de surf.

Aos 16 anos, surfista Caio Costa vence o Paúba Super Tubos

Surf 09/02/2021
Jovem é uma das promessas do surfe brasileiro e faturou caneco conquistado por Medina em 2019[foto3]O surfista Caio Costa, natural de São Sebastião, foi campeão do Paúba Super Tubos no último domingo, 7. O campeonato especial premia os competidores por pegarem as ondas mais tubulares. As disputas, que haviam sido adiadas em 2020 por causa da pandemia do Covid-19, ocorreram na Praia da Paúba, no litoral norte de São Paulo.Em ondas tubulares de até 1,5 metro, Caio Costa, conhecido também como Caveirinha, superou o atual campeão brasileiro de longboard, Carlos Bahia, além dos experientes surfistas Renan Pulga, Pedro Tanaka, Sidney Guimarães e Cauã Gonçalves. [foto4]- A final foi bem legal, consegui achar dois tubos, porém fiz uma interferência (atrapalhou a onda do concorrente, sofrendo penalização na pontuação) e venci por pouco - contou Caio.- Foi a minha primeira final no evento, que é muito especial para mim, pois Paúba foi onde eu cresci. Um campeonato que sempre sonhei ganhar e sabia que uma hora viria. Na minha casa, no meu quintal - ressaltou o surfista, que dedicou o título ao avô, que mora com ele e faz 67 anos nesta semana.Treinado por Alex Loco, o surfista de 16 anos conquistou o terceiro título em dois anos. No último ano, ele foi duas vezes campeão brasileiro do Grom Search, nas categorias sub-16 e sub-18. Em 2019, o adolescente não disputou a edição do Paúba, já que, um dia antes da data marcada, se machucou treinando na praia. Na ocasião, o vencedor foi o bicampeão mundial Gabriel MedinaCaio mora e treina na Praia de Maresias, em São Sebastião. Considerado uma das principais promessas do surf brasileiro, o garoto tem como meta disputar o Circuito Mundial.- Tenho que ter muito foco, treinar muito. Não é fácil, mas estou determinado - completou o atleta[foto5]

Italo Ferreira pública novo vídeo em seu canal de youtube.

Surf 03/02/2021
Assista o novo vídeo de nosso campeão mundial de surf mostrando o que fazer quando as ondas estão pequenas.O atual campeão mundial de surf Italo Ferreira publicou um novo vídeo no seu canal de youtube mostrando o que ele costuma fazer quando o mar está pequeno. [foto1]Sempre com sua alto estima lá encima o atleta procura se divertir em todas as condições.Para Italo todos os dias tem surf, seja de pranchinha ou de longboard e quando o mar está praticamente flat ele utiliza a ajuda do jet sky para surfar as marolas.Disse o atleta:"O que vale é se divertir sempre, mas queremos ir além hahah. Peguei o jet ski fui em busca de manobras inovadoras e desafiadoras"Assista abaixo o vídeo completo do atleta:

Surfistas desafiam as ondas da pororoca na costa do Amapá

Surf 01/02/2021
Fenômeno ocorre com maior frequência no período de janeiro a julho por causa do volume de chuvas na região[foto1]Pororoca do Rio Flexal no município de Amapá — Foto: Reprodução/Rede AmazônicaSurfistas amapaenses se reuniram para encarar as ondas da pororoca na região costeira do Estado. As fortes chuvas que caem na região, no período de janeiro à julho, potencializam o fenômeno natural que produz ondas de até seis metros de altura, e duram cerca de 1 hora, principalmente nas luas novas e cheias. Segundo as entidades amapaenses ligadas aos esportes aquáticos, um dos principais parques de pororocas é na região do Rio Flexal, no município de Amapá, iniciando pela boca do oceano e seguindo pelo leito do rio.A temporada 2021 que começou no dia 13 de janeiro tem atraído a atenção dos surfistas de outros países que já se programam para surfar no local.


Respiramos duas Rodas

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